“Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade.” Esta célebre frase dita por Neil Armstrong em 20 de julho de 1969, no histórico momento em que pisou na Lua, foi ouvida por um bilhão de pessoas ao redor do mundo que assistiam ao vivo pela televisão.
Quarenta anos depois, muitos cientistas ainda consideram o pouso na Lua a maior aventura da história da humanidade. Esta façanha foi o resultado de uma iniciativa do ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, em discurso feito em 25 de maio de 1961. Ele disse que o país deveria “mandar um homem à Lua e trazê-lo de volta em segurança” até o fim daquela década. Oito anos depois o alvo foi alcançado.
A Nasa, agência espacial americana, então recém-criada para executar o plano, foi suprida com um orçamento quase ilimitado. No auge do programa Apollo, ela chegou a receber 5% do orçamento do governo americano. Foram empregados o máximo de recursos financeiros e humanos. Este foi um exemplo do que o homem é capaz de realizar quando se une em torno de um único objetivo.
Nosso Senhor Jesus também fez uma profecia que é, ao mesmo tempo, um grande desafio. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho de todas as nações. Então, virá o fim.” Mateus 24:14. A igreja é a agência organizada por Deus para realizar esta missão. Ela deve também empregar todos os recursos financeiros, humanos, de tempo e outros para cumprir este objetivo.
A Associação Paulista Central (Apac) idealizou dois planos para iniciar uma nova caminhada na consecução deste alvo. O primeiro é a divisão da atual Apac em duas associações menores. O lema é “dividir para multiplicar”. A história da igreja tem demonstrado que, através da formação de campos menores, obtém-se melhores resultados no atendimento às pessoas e maior êxito na pregação do evangelho. O novo campo será chamado Associação Paulista Sudoeste (Apso) e terá sua sede localizada na bela cidade de Sorocaba, SP.
O segundo plano é o que denominamos de Impacto Campinas. Este é o maior movimento missionário da história da igreja na Apac. É um projeto de fé e ousadia que visa a evangelizar a maior metrópole de seu território. Campinas tem uma população de um milhão e cem mil habitantes e há três anos o plano do Impacto está em andamento. Neste período, um orçamento foi formado para financiar o plano.
O projeto em si abrange o período de um ano e tem cronograma definido. Alguns dos eventos previstos foram: a conscientização dos departamentais do campo e distritais da cidade; o treinamento e capacitação dos membros das igrejas locais; a criação de uma escola permanente de evangelismo; pequenas e grandes séries de semeadura e colheita e o projeto Futuro com Esperança realizado no mês de julho.
Doar um exemplar do livro Sinais de Esperança, de Alejandro Bullón, para cada família de Campinas, foi o maior desafio deste projeto. A Divisão Sul-Americana (DSA) designou esta obra como o livro missionário para 2009. Ao final dessa etapa do projeto, cada uma das 250 mil famílias da cidade recebeu o seu exemplar. A entrega foi realizada por um exército de voluntários de outras cidades, e a participação massiva dos membros das igrejas da cidade.
Juntamente com os livros, foram entregues convites para assistir ao Festival de Esperança realizado no ginásio de esportes do Guarani FC. Neste evento, o pastor Luís Gonçalves pregou oito noites para mais de 30 mil pessoas, quando mais de mil aceitaram publicamente a Cristo e ao batismo.
Uma campanha publicitária de massa foi veiculada para preparar a população para a recepção dos mensageiros da esperança. Emissoras de rádio e televisão, outdoors, revista Veja e o jornal Correio Popular foram alguns dos meios utilizados. A propaganda surtiu amplo efeito. Nossos jovens voluntários, vestindo camisetas do evento e identificados com crachá, foram abordados por centenas de transeuntes, motoristas e moradores que diziam: “Por favor, me dê um livro, pois estou necessitando de uma mensagem assim. Eu vi (ouvi ou li) a propaganda de vocês e esperava que passassem por aqui.”
Estes dois planos idealizados pela Apac não podem e não serão vistos apenas como grandes eventos na história desta abençoada Associação. Eles são o primeiro passo de uma caminhada que começa agora e só terminará com o fechamento da porta da graça. Vamos orar, confiar e empregar todos os nossos esforços para que a caminhada jamais se interrompa. Ela deve se acelerar cada vez mais, até que o alvo de nosso Mestre seja alcançado: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, para testemunho de todas as nações. E então...”
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